quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Rubem Alves: Lembranças pouco agradáveis - (Excelente Artigo)

Rubem Alves: Lembranças pouco agradáveis

Patrulhamento teológico, ou responsabilidade cristã?

Ensaio a propósito do falecimento do escritor Rubem Alves (1934-2014)
Rubem Alves (Foto: Instituto Rubem Alves)

“... exortando-vos a batalhardes diligentemente pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos”. Judas 1.3

Vivemos em meio a heresias e distorções do cristianismo histórico, e somos impelidos, pela própria Bíblia a, repetidamente, reafirmar os ensinamentos das Escrituras. É verdade que por vezes cansamos e chegamos a duvidar se vale a pena gastar tempo em tanta discussão. Alguns críticos, neste nosso blog, várias vezes aventaram se não estávamos forçando um pouco a barra em cima dos liberais. Deveríamos falar de outras coisas; de pontos mais positivos. 

É verdade que ninguém gosta muito de controvérsia. Apesar de umas poucas pessoas darem a impressão de serem alimentadas por dissonâncias de opiniões, a grande maioria, principalmente do Povo de Deus, procura a concórdia e a harmonia. Não nos sentimos bem discutindo questões a toda hora e isso é um reflexo de que Deus nos tem chamado “à paz” (1 Co 7.15). No entanto existe “paz” que pode ser enganosa, superficial e até mortal. Controvérsias doutrinárias, por mais desagradáveis que sejam, ocorrem no seio da igreja. Muitas vezes somos sugados a uma batalha que não nos alegra, nem representa o nosso desejo. Estas ocorrem na época e na providência divina, exatamente para nos testar, para que o nosso testemunho possa ser renovado, para que aqueles que introduzem falsos ensinamentos sejam revelados e identificados na igreja visível. A história já provou como a doutrina verdadeira é depurada, triunfa e é cristalizada e esclarecida às gerações futuras, no cadinho da controvérsia.

Como bem indica Judas 1.3 (acima), esta é uma luta não só de especialistas ou de algum "clero especializado, mas de todos nós. Temos que ter a consciência de que vivemos uma batalha na qual nossas mentes e corações são testados pelas mais diferentes correntes de pensamento. Ela é vencida quando brandimos a Espada do Espírito – a Palavra de Deus; quando nos empenhamos no estudo das Escrituras e enraizamos suas doutrinas nas nossas vidas, de tal forma que vamos ficando equipados a reconhecer o erro e seus propagadores. Sempre mantendo uma postura cristã no trato, devemos ter firmeza doutrinária sobre o que cremos, principalmente porque existem aqueles que não possuem o mínimo apreço pela Bíblia, mas sorrateiramente possuem seguidores em nossos arraiais.

Um grande exemplo claro disso foram os convites que eram feitos ao famoso educador, escritor e ex-pastor Rubem Alves para conferências e palestras em igrejas presbiterianas, nos no início deste século (>2000). Ele estava sendo convidado, apresentado e reverenciado em certos círculos presbiterianos e isso motivou até uma decisão do concílio maior da igreja - para que ele não tivesse a plataforma eclesiástica, contra a qual havia se pronunciado e se insurgido em tantas ocasiões. Agora, com o seu falecimento neste dia 19 de julho de 2014, ressurgem pronunciamentos enaltecendo não apenas as qualificações literárias do falecido, mas também a presença de um suposto espírito cristão elevado e uma mensagem essencialmente cristã em suas palavras e textos.

Ora, ninguém disputa as grandes qualificações acadêmicas e o enorme talento que o Sr. Rubem Alves possuiu. Ele encantou multidões, principalmente educadores, com suas palestras e livros de histórias. No entanto, como desconhecer que foi uma pessoa que abjurou publicamente da fé? Como ignorar que ele, tanto explicitamente como nas entrelinhas, propagou uma mensagem destrutiva contra os ensinamentos da Palavra de Deus? Se a situação de tietagem teológica equivocada estava se alastrando a um ponto em que o Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, definiu explicitamente que ele não deveria ocupar púlpitos da denominação, será que com a sua morte haverá o esquecimento disso e caminhamos para uma quase "canonização" protestante? É claro que o seu nome é alvo da abordagem politicamente correta que, em ocasiões do falecimento, oblitera as falhas e exalta as virtudes, mas o problema é que essa visão enaltece pronunciamentos metafísicos do Rubem Alves, que são letais para a alma. Não podemos passar às gerações à frente a ideia de que tombou no campo de batalha um grande general, ou mesmo soldado, cristão, que foi injustiçado ou incompreendido em suas proposições.

Se você duvida da propriedade dessa análise (ou até da decisão conciliar da Igreja Presbiteriana), veja algumas frases que Rubem Alves proferiu, em 2003, em uma igreja presbiteriana do Rio de Janeiro que o havia convidado para uma cerimônia (pasmem!) de comemoração da Reforma do Século 16 – logo ele, que é contra tudo o que os reformadores ensinaram. Disse ele: “... Deus criou o homem e viu que era bom. Ser homem deve ser, na realidade, melhor do que ser Deus tanto que Deus se encarnou como homem. Somente um Deus cruel e sádico enviaria seu próprio filho para morrer daquela forma para pagar os pecados humanos. Essa ideia é construção do medievalismo. Acho que Deus quis ser homem porque ser homem deve ser melhor do que ser Deus”.

Acho que dá para entender por que não podemos deixar passar esse resgate de sua biografia em branco. Faz parte do "batalhar pela fé". Deus é todo-poderoso e não precisa de nós para cumprir seus propósitos. Na realidade, é o próprio Cristo que nos ensina que “as portas do inferno” não prevalecerão sobre a sua igreja. No entanto, é a sua Palavra que nos comissiona a vigiar e orar; a estarmos alerta porque Satanás está nos rodeando, almejando a nossa queda. Que Deus nos capacite e nos dê discernimento sobre a multidão de ensinamentos falsos que estão infiltrados no meio dos evangélicos pela ação dos falsos mestres. Rubem Alves pode ser lembrado como um grande escritor e exímio contador de estórias, mas nunca como um teólogo, ou como alguém que tinha uma mensagem verdadeira das coisas espirituais.

Fonte: http://tempora-mores.blogspot.com.br/2014/07/rubem-alves-lembrancas-pouco-agradaveis.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+blogspot/wFUcB+(O+Tempora,+O+Mores)

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Hans Kung: Teólogo Liberal e Libertino de Tradição Romana - pleiteia o suicídio!

À beira da morte, teólogo da “autodemolição da Igreja”, Hans Kung, pleiteia o suicídio


Luis Dufaur

À beira do juízo de Deus, teólogo autodemolidor pleiteia o falso 'direito ao suicídio'
À beira do juízo de Deus, Hans Kung
pleiteia o falso ‘direito ao suicídio’

Após ter consagrado sua vida a elaborar uma teologia “progressista” que justifica a “autodemolição” da Igreja e a sinistra entrada da “fumaça de Satanás” no templo sagrado, segundo afirmou Paulo VI, o teólogo suíço Hans Kung se prepara para comparecer diante de Deus, informou a agência belga Infocatho.
Na teologia de Kung, adotada por artífices do “pós-concílio”, essa transcendental passagem não tem maior importância. O inferno não existe, Deus não pune, não há pecado, exceto nas desigualdades sociais e na “alienação” existentes na Igreja. Mas ele é um grande pregador contra dita “alienação” e desigualdade!
A hora chega para todos e o teólogo Kung, um dos grandes elucubradores do Vaticano II, está hospitalizado em fase terminal. Ele acaba de superar felizmente uma fase clínica que parecia ser a final.
Diante dessa perspectiva inelutável, ele preparou um livro que deve aparecer com o título “Morrer feliz?”
No posfácio, ele reafirma seu apoio ao falso “direito de escolher a morte” e ao iníquo “suicídio assistido”, condenado pelo Mandamento “Não matarás”.
Hans Kung tem 86 anos e sofre de Parkinson. “Ninguém deveria suportar o sofrimento insuportável como se este fosse enviado por Deus”, escreve em seu derradeiro livro.
Entretanto, foi o que fez Nosso Senhor Jesus Cristo padecendo as inenarráveis dores da Paixão para nos remir, tendo aceitado no alto do Gólgota todas as dores que Deus Pai lhe enviou. Foi o que fizeram as legiões de santos e almas seguidoras de Cristo.
Pode o discípulo ser mais que o Mestre, não seguir o divino exemplo através do sofrimento que Deus lhe envia?
Para Hans Kung todos somos iguais e não há nem discípulo nem mestre. É o povo que decide democraticamente. E Kung dá a entender que teria o direito de escolher o suicídio.
Em outras ocasiões ainda, o teólogo da revolução na Igreja defendeu que diante de Deus cada um tem o direito de decidir sobre sua vida e sua morte. Como se a vontade do Criador e Supremo Juiz da vida e da morte não devesse ser obedecida como suprema.
Essa posição de Kung colidiu sempre com a Igreja. Mas ele mesmo contribuiu para desenvolver como um câncer as tendências que hoje coonestam todas as formas de imoralidade, inclusive o suicídio.
E também para uma espécie de suicídio coletivo da Igreja Católica – que, aliás, Deus nunca permitirá! Mas a ideia grassa nas fileiras da revolução eclesiástica que se infiltrou até nas fileiras sagradas da Hierarquia!
Fonte: 
http://ipco.org.br/ipco/noticias/beira-da-morte-teologo-da-autodemolicao-da-igreja-hans-kung-pleiteia-o-suicidio#.VEeQJ_nF91Y

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Pesquisa mostra que as pessoas querem mais religião na política

Pesquisa mostra que as pessoas querem mais religião na política

Imagem: DivulgaçãoSegundo pesquisa recente do Instituto Pew Research Center, cresce a cada dia o número de cidadãos que reconhece que a religião deveria desempenhar um papel mais importante na política. Segundo dados divulgados este ano, quase três quartos da população (72%) acredita que a influência da religião está em declínio na vida pública. Este é o nível mais alto nos últimos 10 anos, de acordo com as pesquisas do Pew.
“Uma porção crescente do público quer ver a religião desempenhando um papel de destaque na política americana”, escrevem os autores do estudo. Isso não significa apenas ver pastores ou líderes defendendo um candidato abertamente.
Este ano, cerca de metade dos entrevistados disse que igrejas e outras instituições religiosas devem expressar abertamente suas opiniões sobre questões sociais e políticas. Um aumento de 6% desde 2010.
As conclusões deste estudo contradizem o que a mídia normalmente divulga sobre a tendência de separar-se a vida social e política da religiosa. Até mesmo especialistas dizem estar surpresos. O professor de história religiosa na Universidade Luterana do Pacífico, no estado de Washington, Seth Dowland, acredita que isso possa estar ligado à falta de clareza do presidente Barack Obama sobre questões religiosas.
Uma comparação com o ex-presidente George W. Bush, mostra uma grande mudança de perfil. Enquanto Bush seguia a tradição dos presidentes em mostrar como sua fé era parte importante de sua identidade pública, Obama não o fez.
“Obama não enfatizou as raízes cristãs do país, como Bush fazia”, disse Dowland. “Como resultado, os cidadãos percebem que temos menos religião na vida pública”. Para o estudioso, os evangélicos são os que mais se ressentem “de uma época em que os cristãos tinham o controle moral da sociedade, algo que agora sentem ter perdido”.
Durante anos, aborto foi a questão que mais incomodou os cristãos, mas hoje apenas 3 dos 50 Estados americanos possuem leis que coíbem de alguma maneira a prática. Em 30 Estados americanos o casamento gay foi legalizado. Em muitos deles, após plebiscitos onde a população votou favorável. Um movimento que cresceu muito durante o governo Obama. O mesmo vale para a legalização da maconha, um movimento crescente que já obteve vitória em 13 Estados e leis que permitem o uso medicinal estão sendo discutidas em vários outros.
A Aliança em Defensa da Liberdade reúne pastores e líderes cristãos interessados em discutir política a partir dos púlpitos. De acordo com seu porta-voz, Nick Bouknight, a cada ano o número de igrejas associadas aumenta.
Em entrevista à CNN, o pastor Jim Garlow, da Igreja Skyline, na Califórnia, que conta com mais de dois mil membros, afirma não “pregar sobre política”, mas que esta é uma questão presente em toda a Bíblia. Para ele não existe constrangimento em falar do assunto no púlpito.
Embora não defenda um partido ou ideologia, procura mostrar aos fieis quais leis (ou propostas de leis) que contradizem os ensinamentos bíblicos. “Eu não falo sobre questões políticas. Abordo questões bíblicas, morais e teológicas”, disse ele. “O que importa não são minhas opiniões, mas sim as de Deus”.
Deixe o seu comentário no Verdade Gospel.
Fonte: Gospel Prime

Fonte: http://www.verdadegospel.com/pesquisa-mostra-que-as-pessoas-querem-mais-religiao-na-politica/

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

(Neste governo petista e secularista) - O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) considerou que o totem contendo a frase “Sorocaba é do Senhor Jesus Cristo” é inconstitucional. "Então vamos proibir o nome de São Paulo por ser um santo cristão".

(Neste governo petista e secularista) - O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) considerou que o totem contendo a frase “Sorocaba é do Senhor Jesus Cristo” é inconstitucional. "Então vamos proibir o nome de São Paulo por ser um santo cristão".

Clique no link abaixo para acessar a reportagem:
http://corrupcaojuridica.blogspot.com.br/2014/10/neste-governo-petista-e-secularista-o.html

Protestamos contra o (Governo Petista) Ministério Público Eleitoral (promotora Juliana Martins Zaupa) na perseguição aos irmãos Batistas e seu Pastor Luiz Gomes de Sousa por evangelizar no dia da eleição

Protestamos contra o (Governo Petista) Ministério Público Eleitoral (promotora Juliana Martins Zaupa) na perseguição aos irmãos Batistas e seu Pastor Luiz Gomes de Sousa por evangelizar no dia da eleição 

Clique no link abaixo para acessar a reportagem:
http://corrupcaojuridica.blogspot.com/2014/10/protestamos-contra-o-governo-petista.html

quarta-feira, 6 de agosto de 2014